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IGREJA DA AGUALVA

 

A Paróquia foi criada durante prelado do 8º Bispo dos Açores, D. Manuel Gouveia (1584-96), havendo um alvará de 29/02/1588 para a construção de uma primeira igreja, a que sucederam vários outros, nos anos seguintes, para a ampliação e benefício dos seus vigários.

Essa primeira igreja terá sido erigida no local de uma antiga ermida existente sob o morgadio de João Homem de Guadalupe (espécie de regime feudal comum nessa época) – aí residirá a razão por ser Nossa Senhora de Guadalupe a padroeira da freguesia.

Uma nova igreja terá sido construída em 1678 (data que figurava no frontispício desse templo – conjuntamente com o brasão de armas de João Homem de Guadalupe, hoje no Museu de Angra, junto à porta de entrada no Claustro de S. Francisco) e a outra concluída e benzida em 1939, no tempo do pároco José Luís da Rocha (natural da Agualva) e do bispo D. Guilherme Augusto da Cunha Guimarães (35º Bispo de Angra e Ilhas dos Açores).

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Igreja Antiga

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Igreja Atual

A atual Igreja, de estilo neogótico e com uma única nave conheceu obras de beneficiação (douramento dos altares, pintura dos tetos da nave e da capela-mor e novos púlpitos) na década de 60 do século XX, por iniciativa do então pároco, Pe. José Nunes Coelho de Meneses. Mais tarde, nos anos 80, beneficiou de novas obras de reconstrução e consolidação, dado que sofreu danos provocados pelo forte sismo de 1 de janeiro de 1980, numa altura em que era pároco da Agualva o reverendo Fernando Gomes. 

 

Os altares, de estilo gótico, foram laborados na oficina do mestre José Levinho, na Ribeirinha (1951). Do mesmo artista são os pulpitos e as portas da igreja. Os quadros da Via Sacra, em cruz, datam de 1965. Datados de 1967 são o órgão (fabricado pelo faialense Manuel Serpa da Silva) e o ambão. Já o relógio exterior foi adquirido em França e montado por João Maria Fernandes (de S. Pedro de Angra), sendo inaugurado em 1935 pelo Pe. José Luís da Rocha.

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